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Dicas de adoção de cães: macho ou fêmea?

05/02/2016 às 15:35

É claro que o novo amigo vai ganhar todo o amor da família, mas na hora de adotar um cãozinho sempre fica a dúvida: macho ou fêmea? Em geral, as diferenças comportamentais ocorrem mais devido à raça dos cães. Mesmo assim, é possível destacar algumas particularidades, como aponta o médico veterinário do Max em Ação, Marcello Machado:

Machos

“Os cães machos aprendem logo cedo a levantar a pata para fazer xixi, um comportamento típico de um animal dominante que quer “marcar território”. Por isso, se for ter dois cães machos, certifique-se de que um se acostume com o outro cuidadosamente.  Os machos também tendem a ser mais distraídos e agitados, mas são excelentes guardas para a casa.”

Fêmeas

“As cadelas tendem a ser mais calmas e atentas. Também são mais atreladas ao dono e à família - um comportamento relacionado ao instinto materno. Elas também entram no cio, que é o período reprodutivo e que resulta em um pequeno sangramento similar à menstruação humana.  A cadela entra no cio pela primeira vez a partir dos 6 meses (raças pequenas) ou até 1 ano de idade (raças médias a grandes). Esse período se repete duas vezes por ano e dura 21 dias.”

Castração

Macho ou fêmea, é importante que os animais sejam sempre castrados, como explica o veterinário: “Quando falamos em castração é importante ressaltar que o procedimento reduz o risco de tumores e infecções uterinas, evita ninhadas indesejadas e diminui o hábito de demarcar território dos machos, que também fica mais calmo.”

 “Além disso, castrar não dói.  Os animais são anestesiados e recebem a devida assistência dos médicos veterinários para que tenham o menor desconforto possível. A castração é um procedimento que previne doenças, garante mais longevidade e saúde para os pets.”  




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